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Por Camila Sleiman 24 de maio de 2021
Todos precisam entender a importância da presença de pessoas diversas em todos os âmbitos profissionais e a riqueza na troca entre pessoas diferentes. Quando olhamos para a produção de conteúdo e a presença no digital, essa discussão permanece e se torna ainda mais profunda. A falta de representatividade É comum ouvirmos pessoas de grupo minoritários, como negros, LGBTQIAP+ e mulheres, comentando sobre a falta de representatividade. Mas o que seria isso? É até bem simples, e na prática funciona muitas vezes dessa maneira: quando crianças, nos inspiramos em personagens e personalidades famosas, e assim vamos moldando nossos desejos e de certa forma, quem nós somos. A expressão em inglês “role model” define bem esse conceito. Nós basicamente enxergamos em alguém midiático, um exemplo e referência a serem seguidos. Por mais que essas influências sejam muito fortes na nossa infância, vale lembrar que elas não se limitam à essa época da vida. Passamos quase toda a nossa existência procurando por modelos com quem temos identificação e que nos ajudarão a enxergar e entender o mundo. A busca desses modelos através da mídia é nítida. É importante assistirmos filmes que contenham casais LGBTQIAP+ e filmes nos quais afrodescendentes e mulheres ocupem posições de poder… Enfim! Todos precisamos nos enxergar nas telas - e claro, em papéis não estereotipados ou silenciados. Estamos fartos de ver negros com papéis terceiros ou homossexuais estereotipados na novela das nove. Quando crescemos, vamos construindo quem queremos ser a partir das referências de pessoas, que para a gente, significam sucesso e admiração. Mas e se você olhar para “fora” e não conseguir se enxergar em ninguém? Se você sente que não existe nenhum semelhante e que você não é representado na mídia por ninguém, e principalmente, não vê e nem enxerga ninguém como você, as coisas começam a ficar um pouco mais complicadas. Sem referência, ficamos perdidos. Por isso, é tão importante que a produção de conteúdo abranja diferentes pessoas, nacionalidades, etnias e modos de viver. O fim do preconceito passa pela representatividade Sempre existirá alguém procurando por referências ou perdido procurando uma pessoa para lhe mostrar o caminho. O caminho na busca por uma profissão, nos relacionamentos, nos seus gostos pessoais… E para isso, é necessário que o caminho seja diferente do que a vivência de preconceito e limitações. Uma vez que a mídia tradicional, advinda de grandes emissoras ou marcas, não parece ter interesse em suprir a necessidade de referências para todas as minorias, os produtores de conteúdo independente se destacam ao trazer mais diversidade para o mundo do entretenimento e da informação. Se não conseguimos nos ver na tela grande da televisão, nos veremos na tela menor do celular! E assim, vamos mudando dia após dia. Gostou de saber mais sobre representatividade? Quer ficar ainda mais por dentro e evoluir junto com a gente? Então segue nossos perfis nas redes sociais e fiquem ligados que tem muito mais a ser debatido sobre diversidade!
Por Bárbara Guilhoto 24 de maio de 2021
O primeiro reality show exibido na televisão brasileira foi o “No Limite", pela emissora Globo, em 2000. Mas quando falamos do mundo, o primeiro reality surgiu no ano de 1973 e foi An American Family, que ficou famosa por lidar com divórcios em uma família nuclear. Desde então, a indústria dos reality shows só cresceu, hoje existem diversos formatos, se tornando um dos gêneros televisivos mais assistidos no mundo. Um terço do mundo tem ao menos um reality show indo ao ar na grade televisiva por ano. Isso representa 67 países, dentre eles: Brasil, Estados Unidos, França, Índia, Jamaica, Japão, Nepal e Nova Zelândia. Os maiores produtores de reality do mundo são : Reino Unido (257) Estados Unidos (228) Austrália (197) Índia (193) Coréia do Sul (136) Os 7 reality shows mais assistidos no mundo são: 1. Survivor 2. The Masked Singer 3. The Bachelor 4. Rupaul Drag’s Race 5. Largados e Pelados 6. Keeping Up With The Kardashians 7. Hell’s Kitchen No Brasil Um levantamento feito pelo Instituto Ipsos mostrou que quando falamos em público, as mulheres assistem mais reality shows do que os homens, com uma porcentagem de 61%. A classe social que mais assiste é a C, com 52%, e a faixa etária mais ligada nos realities é de 25-35 anos. Dentre as cidades brasileiras que mais consomem os reality shows temos o Distrito Federal com 28% da sua população, a Grande Salvador com 21%, a Grande São Paulo com 20%, a Grande Recife com 18% e a Grande Fortaleza com 17%. Linha do tempo do reality no Brasil: 2000 No Limite 2001 Casa dos Artistas 2002 Big Brother Brasil 2004 O Aprendiz 2006 Ídolos 2009 A Fazenda 2012 The Voice Brasil 2014 Master Chef 2016 Power Couple 2019 Polícia 24H O Brasil tá vendo! O Big Brother é transmitido em mais de 50 países, porém, a versão brasileira é a que apresenta maior notoriedade. “As edições dos Estados Unidos e da Itália são voltadas para um nicho específico. A da Grã-Bretanha cancelou o jogo em 2018 e a versão da Arábia Saudita durou apenas nove dias” O Big Brother Brasil é disparado o reality show mais assistido pelos brasileiros. A edição de 2020 foi o programa de TV mais popular no Twitter do ano. Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o programa atingiu o topo do ranking dos programas mais citados no mundo, com mais de 278 milhões de tuítes. Esse número é 10 vezes maior do que o obtido pela edição anterior do reality show da Globo. E não ficou apenas no Twitter, já que a edição teve recordes de votação. A edição 21 foi a mais longa da história do reality no Brasil, exibindo 100 episódios e um extra, o episódio 101. O BBB 21 contou com o patrocínio de oito grandes marcas, separadas em três categorias de patrocínio. Juntas, as cotas de patrocínio ultrapassaram R$530 milhões, maior valor faturado, em patrocínio, pelo programa. Patrocinadores “Big”: Americanas, PicPay e Avon. Patrocinadores “Anjo”: Amstel, C&A, McDonald’s, P&G e Seara. Patrocinadores menores: Above e Organnact. Existem rumores de que a edição 22 trará ainda mais novidades e novos patrocinadores, agora nos resta esperar (com muita ansiedade) para ver o que o Boninho preparou para o ano que vem. Enquanto isso, nos resta assistir outros reality shows e continuar antenado! Curtiu a matéria? Então vem acompanhar mais com a gente sobre o mundo dos realities lá no nosso Instagram! Até a próxima!
Por Rafael Cholak 24 de maio de 2021
O papel essencial da tecnologia já é observado há muitos anos por todos os segmentos da sociedade. Lembrar de como era o nosso dia a dia há 15 ou 20 anos atrás não é tão difícil, mas reparar nos processos e nas mudanças que ocorreram nesse tempo muitas vezes é. Uma das primeiras coisas que as pessoas pensam são as operações financeiras. Em uma ida ao mercado, feira ou padaria sempre foi muito comum o uso do dinheiro em papel ou moeda, que foram praticamente substituídos pelos cartões, transferências e mais recentemente pelos QR Codes e aplicativos financeiros. Os desafios tecnológicos e culturais Algo parecido aconteceu com os meios de comunicação, onde ocorreu a popularização dos celulares e o envio de SMS, que basicamente já disseram adeus com a chegada do WhatsApp e outros aplicativos que permitem o envio de vídeos, áudios, fotos e mensagens de texto. Percebendo todas essas alterações, quando pensamos em transformação digital vem à mente dois desafios bem claros: um deles científico, envolvendo o acesso à tecnologia e aos recursos – que também precisa ser barato o suficiente para ser popular – e outro cultural. Esse segundo desafio tem a ver com mudança de hábito: pegar uma população que já está acostumada a fazer algo e convencê-la a fazer essa mesma coisa de um jeito diferente. Por mais simples e natural que pareça, quando essas mudanças estão em andamento elas nunca se mostram um processo rápido. Ainda assim, na pandemia, um fenômeno que ocorreu foi a aceleração dessa mudança de hábito. Foi o caso de pessoas acostumadas a ir aos bancos presencialmente, que viram essa opção deixar de ser segura e foram obrigadas a fazer as transições pelos seus celulares e computadores. Isso fez com que ficasse cada vez mais evidente como os canais digitais estão tomando conta das nossas vidas e também o quanto as empresas não estavam preparadas para isso, já que essas mudanças de hábito e seus desafios nos levam a um grande risco: a frustração dos usuários com as experiências e interações no meio digital. Como acompanhar a transformação digital? O objetivo então é se preparar e aproveitar ao máximo essa mudança repentina de comportamento dos consumidores. Para isso, é importante que alguns questionamentos sejam feitos. Você entende e analisa os hábitos do seu consumidor? Mensurar os dados é importantíssimo, saber qual dispositivo ou plataforma o seu consumidor compra seus produtos, se ele consome você no YouTube ou no Instagram, ou se ele acessa “você” através de um aparelho mobile ou desktop. Essas são perguntas simples que ajudam a direcionar seus esforços e otimizar as experiências em cada plataforma, começando pela qual vai ter mais impacto no seu negócio. Hoje em dia sabemos que a maior parte do consumo é via mobile, mas ainda assim muitas empresas otimizam as lojas desktop. Isso pode gerar uma experiência pior, que pode fazer com que o consumidor nunca venha a comprar em determinada loja ou consumir seu conteúdo, principalmente se levarmos em conta a facilidade de encontrar outros concorrentes no meio digital. Esses são os desafios que vêm com a transformação digital. A mudança é estrutural e precisa da tecnologia exercendo papel central e essencial nas empresas. Só assim será possível acompanhar as mudanças e alcançá-las, levando em conta o foco na experiência do consumidor. E aí? Quer acompanhar mais sobre a transformação digital e como ela afeta nossas vidas? Então fiquem ligados no nosso perfil do Instagram que lá tem muito conteúdo sobre empreendedorismo, comportamento e a vida no digital!

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